Na verdade, fica mais para um, “entendeu ou você tem problemas no processamento de informações que requeiram mais paciência do que eu tenho?”
São perguntas retóricas, claro, que a gente não espera que
sejam respondidas.
Tem algumas desnecessárias, tipo o caixa do banco, quando você pede pra descontar um cheque, “Vai levar em dinheiro?” “Não, me dá tudo em clips!” (essa é velha, né, gente?). Ou quando alguém lhe pergunta, “Acordou?”. Ou pior, “Está dormindo?”
Tem aquelas perguntas que são apenas uma armadilha, como a sua mãe perguntar, quando você chega de madrugada, "Você sabe que horas são?". Respostas engraçadinhas podem deixar a mãe mais brava. Respostas compridas podem funcionar como bafômetro. Melhor dar um simples "Sim, mãe" ou "Não, mãe."e aguentar o sermão.
Tem algumas desnecessárias, tipo o caixa do banco, quando você pede pra descontar um cheque, “Vai levar em dinheiro?” “Não, me dá tudo em clips!” (essa é velha, né, gente?). Ou quando alguém lhe pergunta, “Acordou?”. Ou pior, “Está dormindo?”
Tem aquelas perguntas que são apenas uma armadilha, como a sua mãe perguntar, quando você chega de madrugada, "Você sabe que horas são?". Respostas engraçadinhas podem deixar a mãe mais brava. Respostas compridas podem funcionar como bafômetro. Melhor dar um simples "Sim, mãe" ou "Não, mãe."e aguentar o sermão.
Tem
também aquelas que, de tão idiotas, tem que conter a vontade de
responder à altura, então não seja você o perguntador das seguintes:
“Por acaso tenho cara de palhaço?” ("NADA é por acaso.")
“Vai comer tudo isso?” ("Não. Vou deixar um pouco pra jogar na sua cara!!")
Tem as do tipo “Você acha...”, cuja resposta expressa a opinião do interlocutor, a qual você não quer escutar de jeito nenhum:
“Você acha que eu nasci ontem?” ("Anteontem, que tá meio enrugadinho.")
“Você acha que eu sou besta?” (“Achava, agora tenho certeza.”)
E finalmente, uma contraindicada para professores, mas que
eu cometi a besteira de perguntar esses dias em uma aula particularmente chata.
Último período, voz passiva, minha linda voz precisava de três minutos, mas uns meninos do fundo, para não falecer de tédio, não paravam de conversar:
Último período, voz passiva, minha linda voz precisava de três minutos, mas uns meninos do fundo, para não falecer de tédio, não paravam de conversar:
“Vocês querem sair da aula?”
Proferi a pergunta imbecil e já me dei conta. Mal deu tempo de eles trocarem aquele olharzinho de “com certeza!” e já emendei,
“Não respondam!”
Ufa, essa foi por pouco! Que esperteza, a minha hein? << pergunta retórica.
Coisa de quem não nasceu ontem, mas de vez em quando ainda
fica com cara de palhaço.
Porque eu não ia desenhar mesmo.

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